Para atender a uma demanda do mercado, a Affinity Seguro Viagem decidiu ampliar o valor da cobertura de Despesas Médicas e Hospitalares (DMH) do plano Affinity 60. A partir de agora, essa versão deixa de ser comercializada, dando lugar ao Affinity 75, o valor para aquisição, porém, não sofrerá alteração.

“Estamos sempre atentos ao que os viajantes buscam, mas não faríamos essa mudança para onerar os nossos clientes. Vamos oferecer uma cobertura de maior valor, sem cobrar nada a mais por isso”, explica a gerente de Produtos da empresa, Valéria Pereira.

De acordo com ela, a ideia é oferecer aos brasileiros opções que se adequem às necessidades de diferentes perfis. “Temos uma ampla gama para que os viajantes possam decidir. Em virtude dos altos custos dos atendimentos médicos no exterior, as pessoas precisam saber escolher qual o melhor plano para sua viagem. No caso dos Estados Unidos, por exemplo, não aconselhamos coberturas inferiores a US$ 60 mil”, orienta a gerente.

A mudança do Affinity 60 para o Affinity 75 já está valendo e os interessados em adquirir a nova opção devem entrar em contato com seu agente de viagem ou corretor de seguros, já que a companhia trabalha exclusivamente com o B2B.

Veja os valores dos planos para uma viagem de 15 dias aos Estados Unidos e Canadá*:

Affinity 35 -U$ 82,66
Affinity 75 – US$ 110,22
Affinity 110 – US$ 175
Affinity 330 – US$ 300,45
Affinity 500 – US$ 310,22

N.F.
Revista Apólice

* Passageiros até 64 anos. Entre 65 e 85 anos ocorre acréscimo de 50% na tarifa.

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A transformação digital se fez necessária em todos os segmentos e, em meio ao crescimento exponencial de dados digitais circulando pela rede, a tendência é estarmos cada mais expostos e dependentes de ferramentas tecnológicas que tragam soluções para nossas tarefas de modo rápido e seguro.

No geral, percebemos uma preocupação muito grande das empresas em implantar ferramentas de digitalização para otimizar processos e reduzir o impacto das perdas causadas pela retração econômica. De acordo com a pesquisa “Agenda 2022” da Deloitte, pelo menos 96% das empresas brasileiras vão investir em aplicativos, sistemas e ferramentas de gestão, igualando o volume destinado à infraestrutura. Já 95% das corporações afirmam que irão colocar dinheiro em gestão de dados e ferramentas de segurança digital.

Rodrigo Silva

Ainda segundo a pesquisa, 75% dos empresários entrevistados afirmam que investirão em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) ao longo desse ano. No caso dos investimentos em tecnologias emergentes, os robôs móveis autônomos serão os protagonistas dos investimentos em 39% das empresas, seguidas das digitalizações dos parques fabris, em 34% dos casos, e do uso de drones e desenvolvimento de tecnologias voltadas para realidade virtual ou aumentada, de acordo com 29%. Esses dados trazem uma perspectiva bastante positiva para a solidificação da indústria 4.0, abrindo caminho para um futuro não tão distante.

Robotização do setor de seguros

Ainda é comum no mercado que parte das operações entre seguradoras, corretoras e clientes sejam feitas manualmente e isso pode gerar algumas falhas provocadas por erros de informação: uma data incorreta, por exemplo, pode gerar um período de carência em um plano ou uma falha na execução de uma operação. Os exemplos são vários e podem provocar prejuízos em diferentes níveis, desde uma inclusão indesejada a casos de vazamento de informações pessoais, algo muito perigoso e que traz danos enormes para as empresas.

Para melhorar esse cenário, desde o ano passado, a WTW passou a aplicar a robotização em alguns dos serviços de saúde e benefícios, como a inclusão, alteração e exclusão de funcionários aos planos de saúde das empresas, e os resultados foram expressivos: aumento da velocidade, maior eficiência e redução significativa dos índices de E&O (erros e omissões, sigla em inglês).

A movimentação dos clientes é constante, com frequentes entradas e saídas de colaboradores, sem contar as promoções e realocações. A responsabilidade, no caso, é garantir que as informações individuais e seus documentos comprobatórios solicitados sejam incluídos no plano de saúde correto e no tempo adequado. O volume de dados é enorme, o que torna bastante complexa a metodologia operacional interna.

Lembro também que temos pessoas com acesso a informações privadas que precisam ser preservadas, especialmente por conta da aplicação das normas de LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). Esses dados pessoais são altamente confidenciais e, quando temos uma pessoa com acesso a todas essas informações, ela precisa respeitar todos os padrões de segurança.

Além da preservação da privacidade dos dados, quando deixamos a tecnologia fazer o trabalho mais ‘braçal’, conseguimos colocar em prática uma realocação mais direcionada de profissionais, aproveitando melhor nossos talentos. Em nossas operações internas, tivemos um aumento de 145% de eficiência operacional, o que nos deu a oportunidade de reaproveitar nossos colaboradores em tarefas mais estratégicas e qualificadas. Sem contar nos ganhos com sustentabilidade, transformando empresas em agentes mais amigáveis com o meio ambientes, a partir da diminuição do consumo de papel, entre outras ações de redução de emissão de carbono.

Futuro de múltiplos benefícios

Essa transição para o sistema digital é muito bem-vinda. No entanto, para fazermos um bom uso das ferramentas tecnológicas disponíveis, é necessário um esforço coletivo para automatizar ações e customizar tarefas operacionais, trazendo experiências melhores e mais assertivas em todas as pontas desse organograma. Antes mesmo de pensar em automatizar, as empresas precisam fazer uma avaliação crítica de seus processos e determinar se, de fato, são eficientes e podem ser automatizados.

Hoje, a realidade não é exatamente essa. Não dá para achar que a robotização dos processos vai resolver todos os problemas da operação. É preciso estar preparado para suprir qualquer falha de sistema ou realocação de profissionais, com planos de contingência que sirvam de antídoto para qualquer ocorrência indesejada, tanto humana quanto tecnológica, tanto internamente quanto em fornecedores, parceiros e serviços terceirizados.

Os ganhos são muitos e a evolução tecnológica de todos os players da cadeia é urgente e fundamental para chegarmos a 100% de automação das operações. Temos hoje um dashboard que nos fornece todas as informações e mecanismos necessários para conseguirmos, de fato, automatizar nossas operações nas duas pontas, mas é preciso ter critérios rígidos de execução dos processos de automação corporativa para evitar prejuízos.

Nosso objeto de desejo é ver o funcionário recém-chegado em sua nova empresa, já com a carteirinha do plano de saúde na mão em seus primeiros dias de trabalho e tudo isso acontecendo sem a necessidade de nenhuma intervenção humana.

Se pensarmos especificamente no ecossistema que engloba o mercado de seguros, muitas dessas inovações já estão ao nosso alcance. Nosso desafio agora é repensar o modus operandi do setor como um todo para que consigamos nos preparar de maneira adequada à realidade 5.0 que se aproxima.

* Por Rodrigo Silva, diretor adjunto de Tecnologia de Inovação para a área de Benefícios da WTW Brasil

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O 18º aniversário da UCS (União dos Corretores de Seguros) foi comemorado com a retomada dos eventos presenciais, pós-pandemia. Na noite de 21 de junho, a entidade voltou a realizar seu tradicional evento Trocando Ideias, na Charles Pizzaria, e aproveitou para cortar bolo, remetendo ao nascimento em maio de 2004, quando registrou seu primeiro agrupamento de corretores de seguros.

Atuando desde 2004 e constituída oficialmente desde 2009, a UCS tem por objetivo promover o aperfeiçoamento pessoal e profissional dos corretores de seguros através da troca de informações entre a categoria e outros profissionais ou entidades do mercado de seguros. Para isso, realiza diversos encontros e eventos, como os tradicionais Trocando Ideias, e os mais recentes Trocando Negócios.

“A UCS, completando agora 18 anos, espera contar com a participação de cada vez mais corretores de seguros, trazendo novas ideias e conhecimentos. Juntos, todos podem fortalecer a instituição e os pleitos em prol dos corretores de seguros, ganhando melhores condições para a profissão”, afirma o presidente da entidade, Arno Buchli Junior.

Neste 5º Trocando Ideias de 2022, que marcou a volta dos encontros presenciais, e também a “maioridade” da UCS, o convidado foi o executivo Fabio Luchetti, ex-presidente da seguradora Porto, atuando hoje como investidor e empresário. Ele apresentou a palestra “Seguros: processos, produtos e distribuição. Tempestade perfeita?”.

Luchetti apontou mitos que se tornaram desafios para os corretores de seguros, entre eles que ainda hoje os seguros são vistos como finanças e não como proteção, seguradoras com preços muito distintos, falta de criatividade em novos produtos, e o principal, o discurso palatável praticado por muitas empresas e entrantes no mercado de que o corretor encarece o seguro. “O mercado abriu para muitas novas empresas, um movimento de abertura e flexibilidade que foi divulgado como pró-consumidor. Mas é preciso ter cuidado com a implantação das empresas no conceito sandbox, porque tem que proteger o consumidor. O open banking deu certo para os bancos e então foi implantado para seguros, mas são processos distintos”, disse.

Em sua visão, são riscos reais para os corretores hoje: bancos digitais – produtos de tickets baixos e baixa complexidade, que estão com “desespero de caixa”, precisam fazer receita; bancos de investimento – criando um exército de agentes financeiros, que são consultivos também; e a SISS – Sociedades Iniciadoras de Serviços de Seguros, criadas na gestão anterior da Susep. “Não vejo o menor problema em inovação, temos muito o que evoluir, o que não tem sentido é inovar regredindo em termos institucionais, como dispensando a valiosa atuação dos corretores”, enfatizou.

Arno Buchli Junior, presidente da UCS, frisou a importância dos corretores de seguros, cujo atendimento foi evidenciado à sociedade durante a pandemia. “Apesar de toda a dor e sofrimento da doença, o momento foi capaz de mostrar a pujança do corretor de seguros, porque quando tudo paralisou o corretor levou o setor às empresas e pessoas, para que não sofressem mais perdas. O corretor é fundamental no processo de levar a proteção do seguro”.

O evento também registrou a entrada de novos associados: Alessandra Pereira Simões, Antonio Felício Arsuffi, Fabio Kenjo Hassun, Jaqueline Rodrigues, Jurandir Lopes Junior, e o palestrante Fabio Luchetti. Este, apesar de não atuar como corretor de seguros, foi convidado a se associar como uma homenagem por seu trabalho de contribuição e defesa da categoria.

N.F.
Revista Apólice

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A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) divulgou ontem, 27 de junho, a lista de planos de saúde que terão a venda temporariamente suspensa devido a reclamações relacionadas a cobertura assistencial. A medida faz parte do Monitoramento da Garantia de Atendimento, que acompanha regularmente o desempenho do setor e atua na proteção dos consumidores. Nesse ciclo, a ANS determinou a suspensão de 70 planos de 8 operadoras devido a reclamações efetuadas no 1º trimestre.

A proibição da venda começa a valer no dia 30/06. Ao todo, 1.453.044 beneficiários ficam protegidos com a medida, já que esses planos só poderão voltar a ser comercializados para novos clientes se as operadoras apresentarem melhora no resultado no monitoramento.

Além das suspensões, a ANS também divulga a lista de planos que poderão voltar a ser comercializados. Nesse ciclo, 4 planos de 3 operadoras terão a venda liberada pelo Monitoramento da Garantia de Atendimento.

Resultados do Monitoramento da Garantia de Atendimento (1º trimestre)

– 70 planos com comercialização suspensa
– 4 planos com a comercialização liberada
– 1.453.044 beneficiários protegidos
– 37.512 Total de reclamações analisadas no período de 01/01/2022 a 31/03/2022.

O Monitoramento da Garantia de Atendimento é o acompanhamento periódico do acesso dos beneficiários de planos de saúde às coberturas contratadas. Os resultados são divulgados trimestralmente. As reclamações recebidas pela ANS consideradas no Monitoramento se referem ao descumprimento dos prazos máximos para realização de consultas, exames e cirurgias ou negativa de cobertura assistencial. A partir dessas informações, as operadoras são classificadas em faixas, possibilitando uma análise comparativa entre elas e acarretando a suspensão da comercialização dos planos mais reclamados das operadoras identificadas em risco.

Quando uma operadora possui produto com comercialização suspensa em decorrência do Monitoramento da Garantia de Atendimento, ela não pode registrar nenhum novo plano que seja análogo aos que estiverem na lista de suspensão e nem receber novos beneficiários nos planos de saúde com comercialização suspensa por esse motivo (com exceção de novo cônjuge ou filho e de ex-empregados demitidos ou aposentados).

A cada trimestre, as operadoras são reavaliadas e, aquelas que deixarem de apresentar risco à assistência à saúde, nos moldes do referido monitoramento, são liberadas para oferecer os planos para novas comercializações, desde que os planos não estejam com a comercialização interrompida por outros motivos.

* Fonte: Ministério da Saúde

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Como parte do trabalho constante da Liberty Seguros de oferecer as melhores experiências para todos os públicos, a companhia anunciou novidades no atendimento via WhatsApp e nos pagamentos para novos clientes de auto. A partir de agora, os segurados têm a opção de solicitar serviços adicionais por meio da rede social e, para aqueles com apólices de automóveis, a empresa disponibiliza o formato de pagamento via PIX logo na contratação.

Novos recursos no WhatsApp

A empresa lançou a opção de atendimento digital via WhatsApp em 2020, com um canal automatizado e intuitivo. Desde então, a seguradora realizou mais de 44 mil atendimentos pela ferramenta. Destes, 25 mil ocorreram em 2022. A opção já trazia diversas opções de serviços a partir do primeiro momento que o usuário manda uma mensagem, como a verificação de pagamento, envio da segunda via da apólice digital, respostas para perguntas frequentes, socorro mecânico, chaveiro, guincho, acompanhamento de sinistro, busca por oficinas referenciadas e muito mais.

Entre os novos recursos na rede social, os segurados podem solicitar o Voucher Mobilidade, que oferece uma opção alternativa de locomoção via UBER para os clientes durante o aviso de sinistro ou manutenção dos veículos. Anteriormente, esse recurso era ativado por telefone, entretanto, agora os consumidores contam com um processo mais ágil, que não demanda que fiquem em espera.

Além do voucher, agora clientes e corretores do setor de automóveis também podem consultar o status dos sinistros pela ferramenta. Basta que insiram o número do sinistro em andamento ou a placa do veículo em questão, seguido do CPF ou CNPJ e data de nascimento. Com base nessas informações, tanto segurados quanto parceiros receberão informações sobre o andamento dos casos de forma simples e rápida.

Por fim, a Liberty ainda disponibiliza a possibilidade de clientes e corretores consultarem oficinas credenciadas para prestar atendimento em caso de sinistro ou necessidade de reparos por meio do WhatsApp. Para estes casos, os públicos entram em contato com a companhia através da rede social, inserem o próprio CEP ou do segurado, e a empresa indica a oficina mais próxima.

Pagamento via PIX

A seguradora passou a oferecer a opção de pagamento por PIX desde o ano passado, que pode ser acessada pelo aplicativo da empresa ou no Meu Espaço Cliente, no site institucional da companhia. A empresa disponibilizou a possibilidade de trocar a forma de pagamento de parcelas para clientes com apólices vigentes, que poderiam gerar um QR code e fazer a mudança de forma 100% digital.

Hoje, novos segurados que contratarem produtos auto, tanto da Liberty quanto da Aliro Seguro, podem fazer o primeiro pagamento diretamente via PIX, além da possibilidade de quitar todas as parcelas da mesma forma dividindo o seguro em até 10 vezes.

N.F.
Revista Apólice

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EXCLUSIVO – “A Telessaúde já é uma realidade e as pessoas estão se programando para utilizá-la mesmo fora dos picos da pandemia”, afirmou o coordenador do Comitê de Telessaúde da Abramge (Associação Brasileira dos Planos de Saúde), José Luciano Monteiro da Cunha, durante o evento “Telessaúde: A experiência da pandemia e o futuro do acesso à saúde”, promovido pela entidade na manhã desta segunda-feira, 27 de junho. Além dele, participaram do debate o presidente da Associação, Renato Casarotti, e a deputada federal Adriana Ventura (Novo-SP).

Durante o evento, que aconteceu de forma presencial na sede da entidade, em São Paulo, e foi transmitido ao vivo pelo YouTube, os convidados abordaram a importância da regulamentação da telemedicina e seus benefícios para o setor da saúde e os pacientes. O Conselho Federal de Medicina (CFM) regulamentou de forma definitiva a prática da telemedicina no Brasil no mês passado. As definições das regras ocorrem por meio da Resolução nº 2.314/2022. Um levantamento feito pela Abramge com as operadoras associadas, responsáveis pela cobertura de 9 milhões de beneficiários, indica que foram realizadas, entre abril de 2020 e maio de 2022, o total de 6,5 milhões de teleatendimentos.

Para Cunha, houve um amadurecimento das plataformas de telemedicina, acelerado pela pandemia de Covid-19, principalmente entre a população com mais de 50 anos, o que comprova a eficácia do serviço. “Conseguimos alcançar índices de resolução entre 80% e 90% nas consultas à distância. Se analisarmos o número de consultas de urgência e efetivas nota-se que, atualmente, 54% das consultas são efetivas, enquanto em janeiro de 2021 eram apenas 30%. Esses dados comprovam a adesão da telemedicina na sociedade brasileira e sua importância para o tratamento de pacientes”.

Adriana foi autora do Projeto de Lei para a telessaúde permanente no Brasil e é presidente da Frente Parlamentar Mista de Telessaúde. Segundo a deputada, as principais questões em torno da regulamentação da telemedicina na Câmara foram a territorialidade, a remuneração dos profissionais e se a primeira consulta deveria ou não ser presencial.

“A prática e a experiência mostraram que a telesaúde ampliou o acesso à saúde com qualidade e segurança jurídica, respeitando a autonomia do profissional e com consentimento do paciente. A expectativa da Frente é avançar nas interações e discussões para efetivamente construir algo amplo e consensual, beneficiando toda a população”. De acordo com Adriana, existe a tecnologia necessária para oferecer qualidade neste serviço, mas é preciso que o mercado de saúde evolua em nível de maturidade e continuidade de projetos.

Casarotti ainda ressaltou a importância da telesaúde na gestão de gastos das operadoras/seguradoras e até mesmo no SUS, pois ela facilita o acesso aos médicos, auxilia na primeira avaliação do paciente e diminui a alta demanda em pronto-atendimentos. “Agora, com segurança jurídica, é hora de avançar nessa agenda e cuidar para que a prática não seja precarizada. Buscar soluções, abrir fronteiras e fazer com que a tecnologia novamente jogue a favor da medicina, da saúde e do bem-estar do maior número de brasileiros possível”.

Nicole Fraga
Revista Apólice

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O mercado de seguros ainda tem bastante espaço para avançar no Brasil mesmo diante do crescimento registrado nas últimas décadas. Segundo estatísticas mais recentes da plataforma alemã Statista, o mercado segurador brasileiro representa 4,1% do Produto Interno Bruno (PIB). A média mundial é de 7,3%. Em economias mais maduras, esse valor ultrapassa a média, como na Itália (8,6%), Reino Unido (11,1%), Estados Unidos (12%) e Taiwan (17,4%), por exemplo.

Diogo Arndt Silva, sócio-fundador e CEO da Rede Lojacorr, enxerga estes dados com otimismo, como sinal de que há um grande panorama de oportunidades a ser desbravado. “Se olharmos esse parâmetro de comparação, ainda temos muito espaço para crescer. Isso depende do crescimento da economia e desenvolvimento social. Quanto mais madura é uma sociedade, maior é a consciência sobre a necessidade de proteção, da mesma forma que o negócio de responsabilidade civil.” afirma.

A categoria de seguros de Responsabilidade Civil, comumente chamado de “seguros de RC”, se destinam à cobertura da responsabilização civil do segurado por danos causados a terceiros, sendo obrigado a indenizá-los, a título de reparação. “Os seguros de RC são um importante fator de pacificação de conflitos e de garantia de indenizações em razão de danos causados pelos segurados nas suas atividades sociais, assumindo um papel preponderantemente social”, explica Dr. Robson Silveira, advogado da Rede Lojacorr. “O seguro de RC surgiu com o propósito inicial de garantir o legítimo interesse patrimonial do segurado em razão dos diversos riscos de responsabilização a que está socialmente exposto por danos que venha a causar a terceiros”, completa.

Aplicações

Há uma grande variedade de seguros RC, que podem cobrir danos (materiais, corporais, morais e estéticos), riscos (profissionais, ambientais, cibernéticos), questões relacionadas a eventos, produtos, entre outras coberturas. Na atualidade, são mais procurados por profissionais liberais. “É perceptível no mercado o aumento da conscientização e da procura de coberturas para mitigar os danos causados por erros profissionais envolvendo empresas e profissionais liberais. O seguro de E&O (erros e omissões) cobre as reclamações feitas por terceiros contra os profissionais liberais (médicos, dentistas, advogados, engenheiros, corretores, contadores, etc.) em razão de falhas profissionais”, comenta Dr. Robson.

Atuante na categoria de seguros de Responsabilidade Civil, Carlos Silveira é corretor na Engage Corretora e Advanced Security Corretora, parceiras da Rede Lojacorr. Segundo ele, é perceptível uma maior conscientização sobre a necessidade dos seguros de RC. “Os profissionais de diversas áreas começaram a entender a necessidade e importância desse instrumento de proteção. As áreas médicas são as que mais demandam”. O corretor exemplifica a aplicação de RC em um possível caso de procedimento cirúrgico que pode deixar algum incômodo estético para o paciente. “O cliente entra para fazer cirurgia e após operação bem sucedida, ingressa com ação reclamando danos estéticos. O paciente saiu bem , mas pode não ter gostado de uma cicatriz. Uma apólice de seguro E&O bem desenhada pode minimizar essa situação”, afirma.

O seguro de Responsabilidade Civil também é procurado por empresas dos mais diversos ramos. Nos últimos dois anos, em razão da pandemia de Covid-19, este tipo de seguro fez a diferença no setor de eventos, que se viu obrigado a paralisar suas atividades, segundo a observação de Carlos Silveira. “Essa modalidade de seguro salvou muitas casas de shows pelo Brasil afora. Essa carteira foi responsável por indenizações bastante expressivas”, relata. “Os seguros RC são importantes para todo tipo de empresa devido a uma série de responsabilidades que as pessoas jurídicas têm com os colaboradores, fornecedor, clientes, governo e meio ambiente. É um seguro que não só protege a empresa, mas também a sociedade de uma forma geral”.

O papel social do corretor de seguros

Se em seguros mais habituais, como os de automóvel ou de vida, a ação do corretor é fundamental, nos seguros de RC seu trabalho é imprescindível. Há uma gama diversificada e numerosa de seguros RC, relacionados a atividades pessoais, profissionais, empresariais, ambientais e de riscos cibernéticos. Além da grande variedade, são instrumentos complexos, sendo necessário conhecer os diferentes regimes jurídicos para a correta contratação da cobertura securitária. “A área de Responsabilidade Civil exige um patamar mínimo de conhecimento das bases técnicas e jurídicas por parte dos corretores de seguros para que possam desenvolver um trabalho consultivo adequado”, observa Dr. Robson, “Este contexto exige estudo e conhecimento jurídico para que o profissional domine os princípios legais e técnicos que permeiam este segmento”, completa.

Quanto mais complexo o mercado se torna, mais importante é o papel do corretor como um consultor para o cliente, que o ajuda a tomar as melhores decisões a partir do entendimento de suas necessidades. “É um papel de conselheiro, consultor e também de curador para indicar os tipos de proteção mais adequados entre as muitas possibilidades que o mercado tem para oferecer”, aponta Diogo.

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A SulAmérica está com uma campanha promocional de descontos exclusivos para novas adesões aos seus planos de saúde para o Rio de Janeiro e Belo Horizonte, além de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Ao longo dos meses de junho, julho e agosto, cariocas, mineiros, paranaenses, catarinenses e gaúchos contam com ofertas e descontos para novas contratações.

Até 31 de julho deste ano, para o Rio de Janeiro e Minas Gerais, as ofertas são válidas para planos de saúde de 2 a 99 vidas. No Rio de Janeiro, as promoções são de 20% para novos clientes do Plano Exato e de 10% no plano Direto. Em Belo Horizonte, a oferta é de 5% para novos clientes do plano.

No Sul, para os estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o desconto especial é de 30% para os planos Exato Enfermaria e Exato apartamento. A condição é válida para carteiras PME, PME Mais e PME Empresarial, de 100 a 199 vidas, até 31 de agosto deste ano.

Além dos descontos exclusivos, os clientes também contam com a qualidade e tecnologia que são oferecidos pela seguradora, que vão desde consultas com o Médico na Tela, até as facilidades de solicitar o reembolso via aplicativo, obter descontos em medicamentos, entre outros benefícios. “A SulAmérica está criando sempre novas formas de ampliar o acesso à saúde suplementar e complementar seu portfólio de produtos, garantindo uma assistência à Saúde e Odonto de qualidade e excelência”, explica Luciano Lima, diretor Comercial da companhia.

A novidade está em linha com o propósito da empresa em proporcionar saúde para um número cada vez maior de pessoas, por meio do seu posicionamento de Saúde Integral. “Sabemos que quando nossa saúde física está bem cuidada, podemos equilibrar os lados emocional e financeiro, promovendo Saúde Integral aos nossos beneficiários e clientes”, diz Lima.

Quanto à geração de novos negócios, Solange Zaquem, diretora Comercial da SulAmérica, “essa é uma oportunidade para que os corretores de seguros, parceiros e consultores de proteção da SulAmérica possam expandir sua carteira de clientes e ampliar negócios”, finaliza.

N.F.
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O INSS publicou no Diário Oficial da União na última quinta-feira, 23 de junho, novas regras para oferta de crédito e cartão consignado a aposentados e pensionistas, incluindo também seguros de vida e auxilio funeral. A norma também estabelece que o titular do cartão poderá optar pela contratação de seguro contra roubo, perda ou extravio, desde que o valor anual do prêmio não exceda R$ 3,90.

De acordo com o texto, na contratação do cartão consignado de benefício, que consiste em uma forma de operação para contratação e financiamento de bens, de despesas decorrentes de serviços e saques, e concessão de outros benefícios vinculados, será obrigatória a oferta de auxílio funeral e seguro de vida, sem limite de idade, no valor de, no mínimo, R$ 2.000,00 cada, atualizado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), independente da causa mortis.

As apólices do seguro de vida e do auxílio funeral terão validade por dois anos contados da contratação do cartão; da utilização do cartão para compras ou saques; ou do último desconto em folha.

Na apólice do seguro de vida deverão constar os beneficiários indicados pelo titular do cartão e, na falta desses, o benefício será pago aos herdeiros na forma do Código Civil.

O seguro de vida será pago no prazo estabelecido pela regulamentação específica da Susep. Já o auxílio funeral será pago preferencialmente em pecúnia, em até cinco dias úteis a contar do pedido, ou na forma de serviço, que será discriminado previamente pela instituição financeira perante o INSS e devidamente informado ao beneficiário.

* Fonte: Fenacor

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A busca pela simplificação de processos é uma realidade na AXA no Brasil, que acabou de apresentar ao mercado o Laboratório de Soluções, concebido pela área de Operações e Sinistros. A partir da escuta do cliente e dos parceiros, corretores de seguros e prestadores de serviços, objetivo da seguradora é prover inovações, soluções arrojadas e novas formas de trabalhar, ao identificar atividades burocráticas e repetitivas que podem ser simplificadas com simples mudanças de processos ou uso da tecnologia.

O Laboratório de Soluções adotou um modelo de trabalho multidisciplinar e colaborativo, o que gera inovação pela participação de diferentes atores no processo. “A cocriação de soluções traz benefícios e nosso objetivo é atuar como facilitadores. Este ciclo virtuoso de aprimoramento da experiência de parceiros, corretores e clientes nos leva a disponibilizar um serviço de mais excelência, com suporte e soluções mais ágeis e transparentes”, explica Arthur Mitke, diretor de Operações, Sinistros e Experiência do Cliente da AXA no Brasil. Exemplos disso são a Automação Robótica de Processos (RPA) na renovação de apólices e regulação de Seguro Transporte, e as vistorias remotas, processo em que a companhia foi pioneira para o Seguro Condomínio.

N.F.
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